23 de mai de 2010

PPEL - Unit 3 - Rewiew LO



SPILKER, Maria João, This work is based on the article "Transparency in Cooperative Online Education" (2009) from Christian Dalsgaard and Morten Flate Paulsen and was written within the discipline Processos Pedagógicos em eLearning, Mestrado em Pedagogia do eLearning (Universidade Aberta, Portugal)

My choice was to review the LO of Maria João Spilker.

The work was based on transparency, "Cooperative Online Education" (2009) Christian Dalsgaard, Morten Flate Paulsen and concetualiza and illustrates very well the proposal.

The second explained the understanding of the student based on the thought of authors, where the main points explain the issue clearly.

The use of cloud of words, helps determine the most important words in a text and help in drafting the power of synthesis.

It is a very important proposal when you want to summarize and reinforce the key words of a text. The clouds give greater prominence to words that appear most frequently in the source text.

We used illustrative of good quality resources to complement the lines examined.

As a suggestion, I believe that the use of sound coupled with LO to pass the word would give better quality applicants.

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(Versão em Português)

Minha escolha foi rever a LO de Maria João Spilker.

O trabalho baseou-se na transparência "Cooperativa de Educação Online" (2009) de Christian Dalsgaard e Morten Paulsen Flate e conceitualiza e ilustra muito bem a proposta.

O segundo explicou a compreensão do aluno com base no pensamento dos autores, onde os pontos principais explicam a questão com clareza.

O uso de nuvem de palavras,ajuda a determinar as palavras mais importantes em um texto e ajuda na elaboração do poder de síntese.

É uma proposta muito importante quando se deseja sintetizar e reforçar as palavras-chave de um texto. As nuvens dão mais proeminência às palavras que aparecem com maior freqüência no texto-fonte.

Foram utilizados recursos ilustrativos de boa qualidade para complementar as linhas examinadas.

Como sugestão, acredito que o recurso de som acoplado ao LO para passar a palavras recorrentes daria maior qualidade.

Parabéns pelo ótimo trabalho!
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PPEL - Unit 3 - Review AB - Cecilia Tomas


www.sxc.hu


The indications of Cecilia were diverse and relevant.

I like the way it presents the information and shares his opinion thereon. is important that action, strengthening the understanding and help answer questions.

1. Christian Dalsgaard, Aarhus University, Denmark, Morten Flate Paulsen, Transparency in Cooperative Online Education, The Norwegian School of Information Technology, Norway.

The article reinforces the importance of transparency and lists the gains when it is applied.

To summarize the article - Transparence in online environment is very good not only to students to teacher's But Also, because 'Transparency May Reduce the number of low quality and Contributions May make high quality work more accessible for those paragons others. Transparent in online learning environments, poor Contributions from teachers and course designers can not be Easily hidden behind closed doors.

2. Michael F. Shaughnessy, Senior Columnist, EdNews.org, An Interview with Morten Flate Paulsen: Transparency in Online Education

The interview shows us two kinds of transparency: transparency teacher and the student and his relavância in cooperative learning, still pictures, the tools that show the transparency, like the blog, and highlights the role of importat feedback forum where actions are transparent and seen by everyone and generates an indirect or passive communication and sharing, but is limited because only their peers and teachers can see it.

3. Morten Flate Paulsen Facing twelve hundred students online, Norwegian Information Technology College, mfp@nki.no, www.nki.no / pp / MFP

The article shows the freedom of cooperation and transparency, and also lists NKI and its model of learning and even conceptualize what is transparency and improves our understanding of the topic.

4. Teaching the transparent learning, http://www.connectivism.ca/

Talk about the experience of being an apprentice transparent - in blogs, wikis and Twitter - is a way to express ideas and get feedback.

5. MortenFP, Transparency for Cooperation, Toonlet

LO very important to learn the main point of cooperation and transparency are: personal identification, the learning process on your blog, notebooks, assignments.

6. Randy Garrison, Terry Anderson, E-learning in the 21st century: a framework for research and practice

I liked this statement and understand the connection made by Cecílila when they think of transparency and its relationship with social presence.
Your thoughts on: "This is an interesting thing When We Talk About When online learning because we are in this kind of learn aren'ta we learn in the presence, However we are in a social environment and this environment (virtual) ask us transparence , because it put us in interactivity in the process learn, so it take us to create a community and this community is a social association and to learn with some people with the Same Interests, because "the sense of isolation or of not Being Will connect Encourage not support or critical inquiry, nor Will it engender intrinsic interest and motivation to share experience Resulting from That Provides acknowledgment and a sense of accomplishment. "This That means learn online without share or make accomplishment Is Not Having a real learn".

7. http://www.slideshare.net/MortenFP/visualizing-student-profiles-through-nkis-online-catalogue-and-student-network

In this slide we see the student benefits, in special the sharing information, the make visible in a community online as also the institutional benefits. It also talks about the risks (the ethic risks of too much transparence), as well: ‘inappropriate content; copyright issues; criticism from dissatisfied students; students who expose too much information’. It inform us how NKI solves this potencial problem.

8. http://www.slideshare.net/terrya/terry-anderson-alt-c-final

This video shows us that all the power of transparency is interactive tools. Web 2.0 (interactive tools)

9. http://www.youtube.com/watch?v=l9_QD0H0ypM&feature=PlayList&p=24D55AC163462D8B&playnext_from=PL&playnext=1&index=1

This video show us that all of the power in transparency is interactive tools.

10. http://www.youtube.com/watch?v=TvF5KtN9CyI&feature=PlayList&p=24D55AC163462D8B&playnext_from=PL&index=2&playnext=2

Show us what is transparency in online education and is very interesting.

At the end Cecilia met his impressions of the material presented, all important to understanding and identifying the elements that identify it, its relevance and importance of their presence.


Congratulations,

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(Versão em Português)


www.sxc.hu


As indicações de Cecilia foram diversas e relevantes.

Eu gosto da maneira como ele apresenta a informação e partilha o seu respectivo parecer. É importante que a acção, reforçando a compreensão e ajudar a responder perguntas.

1. Christian Dalsgaard, Aarhus University, Denmark, Morten Flate Paulsen, Transparency in Cooperative Online Education, The Norwegian School of Information Technology, Norway.

O artigo reforça a importância da transparência e relaciona os ganhos quando ela é aplicada.

Para resumir o artigo - Transparência no ambiente online é muito bom não só para os alunos do professor, mas também, porque "a transparência pode reduzir o número de baixa qualidade e as contribuições podem fazer trabalhos de alta qualidade mais acessível para os outros paradigmas. Transparente em ambientes de aprendizagem online, Contribuições pobres dos professores e designers curso não pode ser facilmente escondido atrás de portas fechadas.

2. Michael F. Shaughnessy, Senior Columnist, EdNews.org, An Interview with Morten Flate Paulsen: Transparency in Online Education

A entrevista mostra-nos dois tipos de transparência: transparência professor e do aluno e sua relavância na aprendizagem cooperativa, ainda fotos, as ferramentas que mostram a transparência, como o blog, e destaca o papel do fórum feedback importat onde as ações são transparentes e visto por todo mundo e gera uma comunicação indireta ou passiva e de partilha, mas é limitada porque apenas os seus colegas e professores pode vê-lo.

3. Morten Flate Paulsen Facing twelve hundred students online, Norwegian Information Technology College, mfp@nki.no, www.nki.no / pp / MFP

O artigo mostra a liberdade de cooperação e de transparência, e também listas NKI e seu modelo de aprendizagem e até mesmo conceituar o que é a transparência e melhora a nossa compreensão do tema.

4. Teaching the transparent learning, http://www.connectivism.ca/

Fale sobre a experiência de ser um aprendiz transparente - em blogs, wikis e Twitter - é uma maneira de expressar idéias e receber feedback.

5. Morten FP, Transparency for Cooperation, Toonlet

LO muito importante para aprender o ponto principal de cooperação e transparência são os seguintes: identificação pessoal, o processo de aprendizagem em seu blog, notebooks, atribuições.

6. Randy Garrison, Terry Anderson, E-learning in the 21st century: a framework for research and practice

Eu gostei desta declaração e entender a conexão feita por Cecílila quando eles pensam de transparência e de sua relação com a presença social.
Seus pensamentos sobre: "Isso é uma coisa interessante quando estamos prestes Talk Quando aprendizagem on-line, porque estamos neste tipo de aprender aren'ta aprendemos com a presença, no entanto estamos em um ambiente social e este ambiente (virtual) nos pedir transparência , porque nos colocou a interatividade no processo de aprender, por isso leva-nos a criar uma comunidade e essa comunidade é uma associação social e aprender com algumas pessoas com os mesmos interesses, porque "o sentimento de isolamento ou de não ser se conectar Incentivar o apoio ou não investigação crítica, nem vai gerar interesse e motivação intrínseca para partilhar a experiência resultante do reconhecimento e fornece um senso de realização. "Isso significa que aprender on-line sem compartilhar ou realização é não ter um saber

7. http://www.slideshare.net/MortenFP/visualizing-student-profiles-through-nkis-online-catalogue-and-student-network

Neste slide podemos ver os benefícios do estudante, em especial a informação de partilha, o tornar visível em uma comunidade on-line como também os benefícios institucionais. Ele também fala sobre os riscos (os riscos éticos de transparência demais), bem como: "conteúdo inadequado, problemas de direitos autorais; críticas de estudantes insatisfeitos, os alunos que revelam muita informação. Ele informa-nos como NKI resolve este problema potencial.

8. http://www.slideshare.net/terrya/terry-anderson-alt-c-final

Este vídeo mostra-nos que todo o poder da transparência de ferramentas interactivas. Web 2.0 (ferramentas interativas)


9. http://www.youtube.com/watch?v=l9_QD0H0ypM&feature=PlayList&p=24D55AC163462D8B&playnext_from=PL&playnext=1&index=1

Este vídeo mostra-nos que todo o poder da transparência é de ferramentas interactivas.

10. http://www.youtube.com/watch?v=TvF5KtN9CyI&feature=PlayList&p=24D55AC163462D8B&playnext_from=PL&index=2&playnext=2

Mostre-nos o que é a transparência em matéria de educação on-line e é muito interessante.

No final Cecilia reuniu suas impressões sobre o material apresentado, todas importantes para a compreensão e identificação dos elementos que a identificam, a sua relevância e importância de sua presença.

16 de mai de 2010

Educação Sociedade em Rede - Atividade 4(4)


Parao tópico proposto:O perigo da fraude intelectual aumentou com o advento da internet?

A Cecília percebe assim - Talvez sim, talvez não. Na minha perspectiva e como mostrou Lévy, desde que a autoria deixou de ser central (como o era na Grécia, por exemplo) e os comentadores ou 'autores menores' começaram a ter um peso considerável no domínio da elaboração de obras, questões relativas a fraudes começaram a colocar-se. Certamente que não estaremos a falar da mesma fraude de que se fala actualmente, mas estamos, neste caso, a falar da questão relativa à autoria e aos direitos de autor.

Quando afirmo que talvez desde que exista internet se tornou mais fácil a fraude intelectual, isso é verdade, contudo também é verdade que se tornou mais fácil verificar a existência dessa mesma fraude (porque basta inserir uma frase num motor de busca que se ela existir na internet, certamente aparecerá). A fraude intelectual sempre existiu. Quem é que nunca fez plágio de um autor (trecho de texto, por exemplo)? Quem é que nunca fez passar, intelectualmente, algo que não era seu, como se o fosse? Ora é certo que o plágio sempre existiu, contudo o computador permitiu que isso acontecesse com maior facilidade (o que provavelmente incidiu também na frequência), mas... parece-me, também, que a possibilidade de transparência, nesta área, também passou a ser maior (anteriormente teriamos de percorrer vários livros para identificar o plágio e agora basta-nos inserir palavras em motores de busca que em segundos eles nos dão resposta). Assim sendo concluo: sim a fraude intelectual é mais fácil, mas também mais perigosa porque com maior facilidade se poderá ser identificado como fraudolente.

O AntÔnio em concordância segue completando que a facilidade com que se encontram plágios na internet, e nos conduz a pensar num outro tipo de fraude (ao jeito dos enredos cinematográficos), não apenas o plágio da palavra mas a usurpação do indivíduo.

E diz não conseguir imaginar maior fraude intelectual que a de colocar no outro palavras e acções que este não realizou e torna-las credíveis ao olhos de todos.

Acredita que a Internet permitiu aumentar a velocidade com que se obtém informações sobre uma determinada pessoa. Em pouco tempo é possível simular a existência de um individuo , clonando e simulando as suas intervenções com o mundo real e virtual ao ponto dos mais distraídos não conseguirem diferenciar as intervenções do real e do clone.

Antes da Internet, para simular um individuo seria necessário uma equipa que registasse os movimentos da pessoa e dos seus contactos próximos para conseguir recriar o modo como a personagem se relacionava com os outros.

Hoje com a Internet e as redes sociais é possível saber muito sobre quem são os amigos, os amigos dos amigos o como estes se relacionam (este é o perigo das redes sociais onde circula a informação dos nossos jovens).

Esta simulação pode ser feita a vários níveis, deste o lançamento do boato, da usurpação da palavra escrita e da criação de fotografias e filmes falsos, à substituição física do próprio personagem.

A Internet permitiu estabelecer contactos, criar amigos e fazer negócios sem que as pessoas se encontrem presencialmente. Quantos menos contactos um indivíduo fizer no mundo físico, mais facilmente será clonado.


O Marco em concordância com a Cecília foca uma questão interessante sobre o plágio, enquanto exemplo da prática de fraude intelectual relacionada com o avanço das tecnologias (Internet). Referem-se ao plágio, considerando-o como tomada de posse daquilo que é propriedade intelectual de outros. Será que é sempre intencional (acto consciente) quando alguém apresenta, por exemplo, um trabalho ou citações como seus, sem nunca mencionar o autor? E essa prática é fomentada pela Internet?

Cita o exemplo das obras publicadas ao longo da História, que tudo ou quase tudo que se diga hoje já foi dito por alguém. Há quem afirme mesmo que os Gregos já pensaram em tudo… Portanto, o que vem uma ambiente virtual globalizado e globalizante (a Internet) alterar, no que ao direito de autor diz respeito?

Para perceber melhor se as coisas mudaram na era da Internet,chamo-nos a pensar sobre o caso dos trabalhos escritos por estudantes retirados de repositórios que eles encontram na Internet são as fontes de informação mais procuradas para a pesquisa e recolha dos dados que precisam. Assim como antes eram as obras e trabalhos científicos publicados em papel. Pelo facto de a fonte de informação ser diferente, a prática do estudante será necessariamente diferente?

Talvez seja precipitado concluir que a fraude intelectual possa aumentar com o advento da Internet. O que se verifica é que os estudantes, quando confrontados com a facilidade em obter online toda a informação que precisam, parecem estar tomados de preguiça em alargar as suas pesquisas e conformam-se em utilizar rapidamente os dados que encontram, incluindo comentários ou resumos, “esquecendo-se” depois de citar o autor.

Sendo essa atitude posta em prática sempre – para quê pensar ou questionar o assunto pela minha cabeça, se alguém já o fez e com grande qualidade? -, os estudantes talvez não se apercebam que, por mais pequena que seja a frase transcrita para o seu trabalho, estão a utilizar a propriedade intelectual que é de outro. Por esta razão, devem colocar entre aspas e citar o autor e referência bibliográfica.

É verdade que se tornou mais fácil identificar, com a ajuda das novas tecnologias, os trabalhos que apresentam duplicação de citações. Mas isso não nos impede de pensar que antes a prática de plágio existiu na mesma quantidade, sendo porém impossível averiguar da mesma forma. Veja-se o caso da escritora-investigadora Clara Pinto Correia, sobre quem recaíram em 2004 as suspeitas de plágio nas suas crónicas publicadas na revista Visão, em relação a dois artigos da revista americana New Yorker. Esta atitude em particular aconteceu porque estamos na era da Internet?

Falta é alguém tentar passar as publicações do passado, pelo menos, desde Guttenberg, pelo crivo das novas tecnologias para descobrir até onde vai a pirataria intelectual …

Se calhar a Internet veio sim contrariar a prática, consciente ou não, do plágio. Sabendo os estudantes ou outros indivíduos, a título pessoal ou profissional - será que os jornalistas dão sempre crédito ao autor? –, que há um enorme risco de serem descobertos e, consequentemente, penalizados pelo professor ou avaliador, a fraude intelectual pode é estar a diminuir, graças à Internet… Mas isto fará com que os estudantes sejam mais autênticos, levando-os a pensar por suas cabeças (reflectir sobre as teorias que estudam) e a citar correctamente as ideias de outros?

Por fim, se refere aos websites preocupados em denunciar a pirataria intelectual e exemplifica.

Penso que a Cecília foca uma questão interessante sobre o plágio, enquanto exemplo da prática de fraude intelectual relacionada com o avanço das tecnologias (Internet). Estou já a referir-me ao plágio, considerando-o como tomada de posse daquilo que é propriedade intelectual de outros. Será que é sempre intencional (acto consciente) quando alguém apresenta, por exemplo, um trabalho ou citações como seus, sem nunca mencionar o autor? E essa prática é fomentada pela Internet?

Talvez a Cecília esteja a lembrar-nos, ao falar das obras publicadas ao longo da História, que tudo ou quase tudo que se diga hoje já foi dito por alguém. Há quem afirme mesmo que os Gregos já pensaram em tudo… Portanto, o que vem uma ambiente virtual globalizado e globalizante (a Internet) alterar, no que ao direito de autor diz respeito?

Para perceber melhor se as coisas mudaram na era da Internet, falemos então de um caso em concreto. Os trabalhos escritos por estudantes. Hoje em dia, os repositórios que eles encontram na Internet são as fontes de informação mais procuradas para a pesquisa e recolha dos dados que precisam. Assim como antes eram as obras e trabalhos científicos publicados em papel. Pelo facto de a fonte de informação ser diferente, a prática do estudante será necessariamente diferente?

Talvez seja precipitado concluir que a fraude intelectual possa aumentar com o advento da Internet. O que se verifica é que os estudantes, quando confrontados com a facilidade em obter online toda a informação que precisam, parecem estar tomados de preguiça em alargar as suas pesquisas e conformam-se em utilizar rapidamente os dados que encontram, incluindo comentários ou resumos, “esquecendo-se” depois de citar o autor.

Sendo essa atitude posta em prática sempre – para quê pensar ou questionar o assunto pela minha cabeça, se alguém já o fez e com grande qualidade? -, os estudantes talvez não se apercebam que, por mais pequena que seja a frase transcrita para o seu trabalho, estão a utilizar a propriedade intelectual que é de outro. Por esta razão, devem colocar entre aspas e citar o autor e referência bibliográfica.

É verdade que se tornou mais fácil identificar, com a ajuda das novas tecnologias, os trabalhos que apresentam duplicação de citações. Mas isso não nos impede de pensar que antes a prática de plágio existiu na mesma quantidade, sendo porém impossível averiguar da mesma forma.

Falta é alguém tentar passar as publicações do passado, pelo menos, desde Guttenberg, pelo crivo das novas tecnologias para descobrir até onde vai a pirataria intelectual …

Por fim, refere-se que já começam a aparecer websites preocupados em denunciar a pirataria intelectual".

Creio no dinâmico e significativo aumento no número de fraudes, só não saberia dizê-lo quem “nasceu primeiro” se a intencionalidade de fazê-lo ou o caminho para tal consolidação pelo homem, sujeito de novos tempos, inserido em um novo contexto! Será a internet a grande vilã? Ou será o homem, o “vilão” no contexto analisado e como apropriador de conteúdos de terceiros? Que toma-os e pela camuflagem virtual(de não ser presença verdadeira se assim o desejar!) lança-os de modo a eximir-se e transferir nomeadamente a titularidade p/ o veículo sobre um ato não ético?

Percebo uma ação cíclica nisso!E convido os colegas à refletirem - Até que ponto conseguimos delimitar tais atitudes - será que todas elas são frutos de tentativas puras e simples de subtração? Que outros elementos inserem-se? Em que patamar podemos colocar a desinformação ou a informação positiva no sentido de gerar criticidade nas pessoas por respeito ao que pertence a terceiros? Observamos ações isoladas neste sentido e...muito distante da cultura estabelecida de que é fácil,rápido usar a internet para tais práticas.

Abro um parentêses para reforçar a condição da existência de meios de rastreamento que são desenvolvidos para suportar tais identificações, porém não saberia dizê-los se tão eficazes como se deseja ou tão rápidos como se espera!

Adentramos um terreno,diria bastante pantanoso, quando pensamos os direitos autoriais e toda a gama de direitos conexos que orbitam sobre essas questões. Não dispomos de mecanismos que nos concedam integridade de análise p/ verificar as apropriações (intencionais ou não!)oriundos do mega repositório suportado pela grande rede!

Acredito vivenciarmos uma imensa ofensiva na história, em todos os segmentos, no sentido de frear, identificar... porém mensurá-los é imenso! Estamos longe de frear a liberdade e ações desta natureza. Se observarmos em nosso entorno,claramente, identificaremos impasses voltados para tais questões, principalmente aquelas relativas a se descobrir neste universo a tradução aplicável de “a quem pertence a autoria”, neste vasto mundo de dados e informações.

Mergulhados estamos em um conjunto de leis que especificamente tratam tais questões, porém não contemplam de modo integral a velocidade e o volume circulante de tanto conteúdo e de todas as apropriações indevidas e reunidas neste mega espaço, ao alcance dos olhos e principalmente das mãos!

Percebo que persiste uma lacuna cultural, quanto a entender e aplicar o modus para que se cumpra as devidas citações e/ou creditações nos diferentes materias circulantes.

Lidamos, com plurais legislações,muito diferentes em suas naturezas e aplicá-las consiste em batalhas maiores para além do crtlv+crtlc...percebo, considerando os subjetivos elementos, que exista importante fragilidade nestas questões

Educação Sociedade em Rede - Atividade 4(3)


Sobre ser identidade digital - prolongamento da personalidade pessoal ou campo alternativo da nossa personalidade íntima?


Compartilhamos as seguintes impressões:

Segundo o pensar da colega Cecília "a identidade de cada um é aquilo que faz de nós aquilo que somos, isto é, é aquilo que nos define como seres humanos, mais propriamente como pessoas. Assim sendo a nossa identidade pública é manifestação daquilo que, efectivamente somos. Mas... será que é mesmo assim? será que mesmo publicamente não poderemos mostrar ser algo e depois não o sermos, realmente? Ora, é verdade que isto poderá acontecer: assumir uma personalidade do qual não se é detentor, mas... neste caso será mais fácil de detectar? Talvez. Podemos mentir às pessoas e fazer-nos passar por aquilo que não somos, mas no domínio das relações pessoais e sociais não sei se isso poderá acontecer sempre. A este fenómeno - fazer-nos passar por aquilo que não somos - chama-se má-fé e opacidade pessoal levando-nos, em termos sociais, a sermos vistos como pessoas menos boas (em termos éticos) ou com uma conotação negativa (nomeadamente como cínicos em termos de senso-comum). Será que isto também acontece no domínio da virtualidade? será que com maior, menor ou igual incidência? É uma questão de ética pessoal, responderia. Contudo tenho de confessar que no domínio da técnica e da virtualidade será mais fácil criar uma identidade diferente (como se estivessemos num constante role-play) do que na vida real. Mas quais as razões que o permitem? A falta de presencialidade, diria; a falta do rosto (como manifestação de relação ética - afirma Lévinas -). Efectivamente a falta de presencialidade, de rosto humano poderá levar-nos a criar uma identidade falsa ou múltiplas identidades contudo, e como disse no início, depende da ética de cada um e, dependerá acima de tudo da intenção com que se praticar tal acção (posso criar uma identidade falsa para, por exemplo apanhar um criminoso ou posso criar uma identidade falsa para cometer um crime). O problema da intenção, parece-me, é um problema central na resposta a esta questão, contudo existem outras questões que estão subjacentes e que são, efectivamente, também importantes tais como a presencialidade (ou falta dela).

O Antônio Pedro percebe que "a identidade de cada um é aquilo que imaginamos que os outros vêm em nós.Que a criação de uma identidade digital será pois o prolongamento da nossa personalidade, na medida em que estamos a tentar levar ao outro aquilo que imaginamos que ele quer saber de nós. Mas não o faremos de forma inocente, pois acredito que os pontos que pensamos ser negativos sejam apagados ou "limados" no nosso perfil.

Cecília concorda que "a identidade pessoal é aquilo que os outros vêem em nós. Do p.v. da psicologia a construção da identidade parte de várias perspectivas: aquilo que nós vemos em nós; aquilo que pensamos sobre nós; aquilo que os outros vêem em nós (que ajudam na formação do auto - conceito) e , mais... aquilo que queremos que os outros vejam em nós e o que nós queremos ver em nós mesmos. Portanto o processo de identidade é uma criação com diversos níveis que vai desde aquilo que somos (que obviamente implica a tal construção social) até aquilo que queremos ser (projectando em nós algo que não somos). A construção da identidade pessoal é, em termos de análise psicológica, uma construção bastante complexa que coloca, para além disto, em jogo a interacção entre a hereditariede e o meio.

Para o Marco "na vida real, nem sempre queremos mostrar quem autenticamente somos e que, por isso, pode ser fácil transpor para o ambiente virtual essa “falsidade” do Eu.
Lembrando-nos de Castells, graças à Internet e às TIC, vivemos actualmente uma era da informação e do conhecimento. A sociedade caracteriza-se por uma nova forma de comunicação que valoriza a informação, alterando desse modo a estrutura vigente. A informação flui a velocidades e em quantidades antes inimagináveis. Verifica-se também que as pessoas têm uma nova tendência para se reunirem em grupos sociais online a fim de partilharem interesses comuns.

Talvez este novo ambiente tenha fomentado junto desses utilizadores da Internet uma vontade de criar uma nova identidade – adequar a sua personalidade a um mundo desconhecido mas muito exigente a vários níveis - para marcar um lugar e fazer-se, assim, reconhecer como diferente entre tantos outros. Será que a necessidade de criar identidades diferentes (digitais) ameaça a estabilidade da sociedade “tradicional”? Como as referências se alteraram, obediência a elas é a palavra de ordem para se sobreviver nesta nova era tecnológica?

Embora não tenha as referências tradicionais, o indivíduo continua a precisar de relacionar-se com pessoas, partilhar experiências e conhecimentos com os outros, mesmo em ambiente virtual. Nos últimos tempos, essas relações constroem-se, a grande velocidade, através das redes mundiais de computadores que aproximam os indivíduos e possibilitam o surgimento de novas formas de relações sociais: as comunidades virtuais. Vivemos, inevitavelmente, uma realidade diferente, na qual as barreiras espaciais, temporais e geográficas já não são tão significativas.

A Cecília retoma que a má fé é caracterizada pela sua intencionalidade, ou seja, é uma acção incorrecta do p.v.ético - moral que se pratica sabendo as consequências que daí provêm. Quando falava desta actitude referia-me ao facto de que por vezes, na vida, intencionalmente age-se de má fé (sei lá, por exemplo, não disse a um colega meu o que saía no teste para eu tirar melhor nota), mas... provavelmente será mais fácil agir de má fé no domínio online porque, enquanto na vida (presencial) há sempre alguém que, mais cedo ou mais tarde, descobre a má fé dessa acção, o mesmo levará mais tempo a acontecer no regime online. Não é à toa que muito se fala das redes de pedofilia online; efectivamente e de forma intencional há alguém que se faz passar por alguém mais novo para entrar em conversas com um jovem, marcar um encontro.... ou outras coisas. Por isso não sei se a questão da má fé e desta (má) intencionalidade não serão mais facilitadas online. E, neste sentido,ela questiona - será então que prolongamos a nossa identidade ou complementamos a mesma com outra digital', segundo ela - seria uma forma mais permissiva ou menos controlada (por isso se fala da segurança na internet).

O AntônioPedro pergunta - Seremos nós avatares de nós próprios?E responde...

Aquilo que pensamos sobre nós nem sempre corresponde aquilo que realmente somos.
Podemos estar a ser verdadeiros ao criar a nossa identidade digital e escrever algo que já não corresponde à realidade.Várias vezes somos confrontados com a nossa imagem ou com a nossa voz e não as reconhecemos.Baudrillard tem umas ideias sobre isto...
Ao tentar pensar sobre mim próprio estou a criar um simulacro sobre aquilo que realmente sou. A minha identidade digital, por mais transparente que eu queira, estará sempre sujeita à noção que tenho do eu.Eu sou um avatar de mim próprio na medida em que transponho para mim aquilo que penso de mim. A nossa identidade digital pode ser um campo alternativo da nossa personalidade íntima no caso de ficarmos preocupados com aquilo que pensamos que os outros pensam de nós se acharmos que não corresponde ao que vemos em nós".

Percebo um movimento ora pela assunção de um, ora de outro, mas sobretudo a existência do duplo, o sujeito em articulações e possibilidades de simulação, o sujeito transitando no limiar,entre o que é e o que pode se tornar, sem a garantia de permanência, sem estar fechado em sí,pois o desejo de, a cada nova tentativa, acessar um plano com novas potencialidades. E, nesse sentido, a fragilidade do sujeito pode revelar-se na força e conjunto de suas sutilezas.

Para o colega Marco "a visão sobre o avatar,exemplificado pelo Antônio -(que Outro(s) há em nós?) e o modo como o Antônio expõe as ideias sobre a nossa identidade contrariam a tese que defende haver uma vontade geral de sermos diferentes quando convivemos com os outros através das novas tecnologias, estar conectados virtualmente. (...)parece que o avatar (figura muito recente no ambiente online) é uma forma se sermos anónimos no mundo virtual."

Mas não percebi bem se o avatar existe em nós,ou se o criamos propositadamente para existirmos no ambiente online. Penso que ninguém está interessado em forjar novos aspectos sobre a sua intimidade para existir diferentemente online, sendo antes a criação do tal simulacro Baudrillardiano um fenómeno natural.
Percebe como algo natural, mas cosntitui-se num dilema inultrapassável de descobrir quem verdadeiramente somos e não impede que a identidade digital seja construída em proximidade com a identidade "real" ("aquilo que penso de mim").

Antônio trouxe a ideia que "o avatar independente do conceito da Internet", estava a pensar na forma como comandamos o nosso corpo, as nossas vontades e o nosso discurso, para estarem de acordo com aquilo que idealizamos (um pouco como fazemos quando criamos e comandamos um avatar no ciberespaço).
Se o fazemos dia a dia com o nosso eu físico mais facilmente o fazemos com o nosso eu virtual.

Educação Sociedade em Rede - Atividade 4(2)


As ideias compartilhadas ao responder o questionamento: É possível alguma entidade particular ou alguém (e se sim, qual ou quem) controlar a rede?

Nossas contribuições!

Segundo o Marco, "a Internet é um difusor por excelência de informação, no sentido de ter um elevado potencial – é tecnologicamente aberta - nessa disseminação junto de grupos de todas as gerações (“sociedade interactiva”), cria novos comportamentos, como é o caso da comunicação mediada por computador. Aliás, esta comunicação acaba por ser o medium para a interacção pessoal e a expressão de pensamentos e preocupações, tornando-se numa nova forma de organização em rede. “O modelo de comunicação electrónica”, afirma Castells, “de muitos-para-muitos, representado pela, tem sido usado de diferentes formas e com diferentes propósitos, tantos quantos o alcance da variação social e contextual dos seus utilizadores” (pág. 476).

Por sua vez, o ciberespaço favorece o desenvolvimento de novas comunidades, entre as quais temos as redes sociais interpessoais, levando as pessoas a unirem-se online para partilhar interesses e valores comuns. Esta nova forma de sociabilidade é, segundo Turke (citado por Castells), “um novo e espectacular contexto para pensar a nova identidade humana da Internet” (pág. 468).

Mas será que sabemos o que está a acontecer na Internet? Se considerarmos que é a Rede à qual tudo está ligado e que justifica o declínio daquilo que existia antes, não será demasiado complexa e extensa para ser controlada? Penso que isso será quase impossível, porque, embora se fale numa Rede, não se pode esquecer que há outras redes espalhadas por todos os cantos do planeta, diversificadas quanto a ideologias, valores, gostos e estilos de vida. Enfim, a sociedade interactiva não deixa de ser uma "sociedade segmentada" (Castells).

Para a Cecília a "capacidade da rede das redes (a Rede) é tal que uma proporção dimensionável da comunicação que ocorre na Internet é ainda em grande parte espontânea, desorganizada e diversificada no que respeita a propósitos e pertença” e, como questiona o professor: Será possível alguma entidade controlar a rede? Bem... Castells afirma que a proporção da rede leva a comunicação a ser 'desorganizada' e, por este motivo, duvido que exista algo / alguém que controle a rede. Se é possível controlá-la? Sim, porque não?! Quem a criou - o Homem - saberá perfeitamente como controlá-la, mas isso não significa que o queira fazer,é apenas uma questão de intenção...

Sigo reforçando a citação de Castells que dá sustentação ao meu pensar "penso que isso será quase impossível, porque, embora se fale numa Rede, não se pode esquecer que há outras redes espalhadas por todos os cantos do planeta, diversificadas quanto a ideologias, valores, gostos e estilos de vida. Enfim, a sociedade interactiva não deixa de ser uma "sociedade segmentada" .
Percebo como não mais ser possível, ainda que muitas nações por diferentes objetivos explicitem seus interesses em concretizar tal intenção,principalmente,ao consideramos seu exponencial de crescimento e poder de penetração nos quatro cantos do planeta disseminando informações.
O seu escopo sofreu mutações e a sua tradução reúne uma gama tal de elementos que a apontam para uma condição absolutamente global, de dificil controle em meio a uma importância econômica inexoravelmente crescente - "a grande rede mundial de computadores está em todos os lugares e ao mesmo tempo em lugar nenhum. Seu impacto não pode ser contido ou medido por dimensões territoriais, geográficas, físicas ou pessoais, devido à sua literal onipresença ao redor do globo terrestre, assim percebo que anula literalmente esforços totalitários para seu monopólio.

O colega Marco percebe assim - "vejo que os sites da tua lista se referem ao controlo do acesso a alguns serviços da Internet ou mesmo proibir que o utilizador se conecte, como sanção a determinados comportamentos não aceites, por exemplo, por um governo. Porém, penso que o controlo falado na pergunta do professor - caso se refira à Internet - vai além das fronteiras de um país, pois essa proibição de acesso pode ser contornada, como se fez na China. Em resposta à tentativa de censura do governo chinês, a Google passou a redireccionar as pesquisas para o seu site de buscas instalado em Hong Kong e a barreira imposta foi assim rompida, porque o browser deixou de ser censurado (embora vigiado com toda a atenção...).

Talvez a intenção da pergunta seja reflectir-se sobre a possibilidade ou não do controlo de toda actividade que acontece na própria Internet: redes sociais, troca de emails, utilização de recursos e materiais livremente disponíveis ou pagos, etc.
Na minha opinião, ninguém consegue controlar aquilo que está dipsonível na Internet. Falando da organizacao dos Estados Unidos, ICANN, o que esta entidade controla é a distribuicao de enderecos e nomes. A ICANN garante que cada computador ligado à rede seja identificado por um único número e um único nome.
No entanto, parece haver grande interesse dos países em controlar alguns aspectos da dinâmica desse mundo virtual. Não só foi criado o domínio de cada país - em Portugal é .pt -, como já censuram a utilização de certos conteúdos e serviços.

Como indica António,em exemplos de controle exercido sobre os conteúdos,ele considera que é preocupante saber que há governos,(Brasil) que pedem a uma empresa que retire conteúdos ou que preste informações pessoais dos utilizadores (EUA).
Será que as novas formas de regulamentação dos governos pretendem assegurar o direito dos cidadãos terem acesso a uma informação confiável, a notícias autênticas, seguras e verificáveis? Talvez seja apenas mais uma forma de repressão... Mas será possível a uma só entidade dominar a expansão dos meios de comunicação de massas, ou o excesso de dados que circulam actualmente pela Internet?

Educação Sociedade em Rede - Atividade 4(1)




Autenticidade e Transparência na Rede


Com foco na temática Autenticidade e Transparência na Rede inserida no âmbito da unidade curricular Educação e Sociedade em Rede os alunos foram convidados a refletir, discutir e elaborar considerações sobre os seguintes tópicos:
- Em que medida a nossa identidade digital é um prolongamento da nossa identidade pública ou um campo alternativo de expressão de uma dimensão escondida da nossa personalidade íntima?
- O perigo da fraude intelectual (ex.: plágio) aumentou com o advento da internet?
- É possível alguma entidade particular ou alguém (e se sim, qual ou quem) controlar a rede?
- Em que medida a rede é segura e em que medida a informação nela partilhada é confiável? Quem o pode garantir?
Apresentaremos recortes das contribuições em cada tópico da equipe formada pelos alunos Antônio Pedro, Cecília, Lauriza e Marco.

Se existisse total segurança não haveria tanta preocupação em torná-la segura! O que, diria, é seguro, posto está! Mas não é assim...há ataques e sempre haverá, pelas mais diversas intencionalidades, as buscas com relação à temática nos conduz a identificar um dinâmico processo de construção de mecanismos que suportem a condição de segurança. Os sistemas são falíveis, não contemplam de modo integral a tão desejada segurança, principalmente no que se refere à prática de obtenções ilícitas factíveis, via rede! O crescente número de investidas por subtrair dados e/ou informações e o encontro destas fragilidades, levam um número de profissionais da infomática p/ além e no Silicon Valey trabalharem por identificar as vulnerabilidades e por conseguinte...aplicá-las pelo bem ou pelo mal.

A colega Cecília registrou que “a rede é segura se quem nela participar tiver boas intenções” e acredita que o problema das conseqüências aqui também se possa colocar, ou seja, se a rede for utilizada para partilhar informação, conhecimento, instrumentos, etc. Contudo é sabido que a rede não é, propriamente, segura e por isso se fala da segurança na Internet(...) mas percebe que começam a existir algumas formas de se conseguir investigar / encontrar estas redes quando se quer... é também, por vezes, um problema de política e de estratégia, como afirmava Castells num outro contexto”.

O Antônio Pedro contribuiu com exemplos pertinentes mostrando que “a Microsoft descreve uma vulnerabilidade que pode permitir a um utilizador malicioso forjar conteúdo Internet fidedigno. Neste cenário, os utilizadores podem ser levados a acreditar que estão a visitar um site fidedigno quando estão, na verdade, a visitar um site criado com objectivos maliciosos.” Assim como a “enciclopédia online Wikipedia informou que está testando um novo método para conter informações falsas em seu conteúdo, enquanto busca um equilíbrio entre credibilidade e acessibilidade".

Eu particularmente não saberia dizer em que medida a informação que existe na rede é confiável? Muito menos quem lhe concede garantia! Acredito que exista um pouco de cada coisa, mas não saberia mensurar a proporção (sei que o bem e mal orbitam neste mega espaço, isto é fato!) há locais seguros e outros, diria, nem tanto assim!
Tomo para constatação a minha percepção do que seja seguro - um site "x", uma instituição "apontada" como confiável, uma autoria de respeito e peso publicando algo... e tantos outros indícios, mas será que somente isto basta?

Não! A concessão de garantia, portanto veracidade é inquietante o número de ataques a tal condição velozmente disparam e aos nossos olhos colocam em xeque nossas crenças!
A Cecília crê na fiabilidade “(...) embora saibamos que os ataques são vários; deve haver alguma segurança! Não podemos ver na Internet as suas potencialidades de informação, conhecimento, educabilidade e... depois dizer que ela não é segura (embora não o seja em muitas questões / situações).

O Marco reúne e traduz os nossos pensamentos e inquietações quando registra que “percebe-se muito bem a relação que há entre a informação e a segurança, o papel que esta pode ter na fiabilidade da informação. Apesar de não sabermos se a Internet é segura, ao menos é possível escolhermos os sítios onde fazem a defesa da qualidade nos conteúdos que disponibilizam dando aceite aos serviços e conteúdos mesmo existindo em um website".

Entendeu-se a Internet como a grande rede, na qual confluem outras redes menores, mas não menos complexas, mesmo quando dois ou mais computadores se ligam entre si, cria-se uma rede. Entre estas, temos as redes dispersas (não geográficas) como as sociais; as redes locais, como as Intranets nas instituições. O conceito de rede mudou definitivamente a gestão da informação gerando a possibilidade de poder aceder a uma outra máquina aumenta as vantagens daquela em que nos encontramos. Mas essa conectividade traz riscos, como é o caso da segurança. Embora a maior parte dos utilizadores não consiga, por si mesmos, garantir essa segurança sobre as suas participações na Internet, muitos serviços online já oferecem, de forma satisfatória, essa possibilidade.

Assim, entendeu-se que seja somente insegurança e sim que não podemos conformarmo-nos com a ideia errada que ela (os serviços que oferece) é completamente segura. Cabe ao utilizador tomar os cuidados necessários para ajudar a manter, no seu computador e nas redes em que participa, essa segurança. Todos nós temos um papel nessa tarefa. Quanto à credibilidade da informação que é partilhada na Internet e faz sentido relacionar esta questão com a fraude,ora, nem sempre é possível saber que a informação que recolhemos foi exclusivamente criada pelo autor identificado. Como sabemos, uma das formas de avaliar a qualidade da informação é saber quem a elaborou. Tendo isto em conta, uma das saídas é seleccionar os conteúdos disponíveis na Internet, através deste critério. Portanto, torna-se difícil garantir que toda a informação que circula nesse mundo virtual tenha a mesma qualidade e, por isso, seja sempre credível.

11 de mai de 2010

Unit 3 - Learning Object - Transparency in online education



Wordle is a toy for generating “word clouds” from text that you provide. The clouds give greater prominence to words that appear more frequently in the source text. You can tweak your clouds with different fonts, layouts, and color schemes. The images you create with Wordle are yours to use however you like. You can print them out, or save them to the Wordle gallery to share with your friends.

t is an important resource to synthesize the most important words, a nice power of synthesis.

Choice the nº5 - Shaughnessy, Michael F. (2009). An Interview with Morten Flate Paulsen: Transparency in Online Education. Eastern New Mexico University

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(Versão em Português)

Wordle
É um gerador de "nuvens de palavras" de um texto fornecido por você. As nuvens dão mais proeminência as palavras que aparecem frequentemente no texto fonte.

Você pode ajustar as suas nuvens com diferentes fontes, layouts e esquemas de cores. As imagens que você criar com Wordle são suas para usar como quiser - pode imprimi-las ou guardá-las para a galeria Wordle para compartilhamento.

É um recurso importante para sintetizar as palavras mais importantes,um agradável poder de síntese.

Eu a escolhí o n º 5 - Shaughnessy, Michael F. (2009) - uma entrevista com Morten Flate Paulsen: Transparência na Educação Online. Oriental da Universidade do Novo México.

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9 de mai de 2010

PPEL - Unit 3, Task 1 - AB


www.sxc.hu

1. Dalsgaard,Christian.(2009).Transparency between Students -
*(04 pages)

The paper presents the results of a case study that explores the potentials of weblogs and social bookmarking to support transparency in a university course. In the course, groups of students used weblogs and social bookmarking in their work.

The objective of the case was to empower students by providing them with tools that would be visible to the other students in the course, thus, making students’ ideas, thoughts and questions visible to the other students in the course. The paper concludes that use of digital media for transparency can support empowerment of students and inspiration among students in a course, but that the challenge is to create a balance between personal tools and tools for collaborative group work that are also suitable for transparency between students.

2. Dalsgaard, C.(2008). Social networking sites: Transparency in online
*(06 pages)

The paper discusses the question: What are the pedagogical potentials of social networking sites?

Whereas collaboration and user-generated content are often highlighted as major potentials of Web 2.0 technologies, the paper argues that a central characteristic of social networking sites such as Facebook, Myspace, Bebo and Ning is a combination of personalization and socialization. This combination has a potential to facilitate transparency between students. Transparency gives students insight into each other’s work. Social networking sites do not necessarily involve communication, dialogue or collaboration. Instead,the paper argues, transparency is a dominating feature. An interesting aspect of social interaction in social networking sites is that the starting point is the individual or personal. This is in opposition to discussion forums, in which communication always takes place in a shared forum. In a social
networking site each individual has a personal page and profile, which the individual develops and modifies.

The paper will discuss how social networking may be utilized within university education by students sharing information and resources that are originally developed for themselves, but made available to others – for instance bookmarks, references, links, and notes. In conclusion, the paper argues that the pedagogical potential of social networking lies within transparency and the ability to create
awareness between students – potentially across institutions and nations.

3. Dalsgaard, C., Paulsen, M.F.(2009). Transparency in Cooperative Online Education
International Review of Research in Open and Distance Learning, vol. 10 no.3
*(15 pages)

The purpose of this article is to discuss the following question: What is the potential of social networking within cooperative online education? Social networking does not necessarily involve communication, dialogue, or collaboration. Instead, the authors argue that transparency is a unique feature of social networking services. Transparency gives students insight into each other’s actions. Cooperative learning seeks to develop virtual learning environments that allow students to have optimal individual freedom within online learning communities. This article demonstrates how cooperative learning can be supported by transparency. To illustrate this with current examples, the article presents NKI Distance Education’s surveys and experiences with cooperative learning. The article discusses by which means social networking and transparency may be utilized within cooperative online education. In conclusion, the article argues that the pedagogical potential of social networking lies within transparency and the ability to create awareness among students.

4. Siemens,George.(2009)Connectivism networked and social learning. Teaching as transparent learning
*(01 page)

"When someone decides to share their thoughts and ideas in a transparent manner, they become a teacher to those who are observing. Social technology – such as Twitter, blogs, Facebook – opens the door to sharing the process of learning, not only the final product."

"My argument is this: when we make our learning transparent, we become teachers".

5. Shaughnessy, Michael F. (2009). An Interview with Morten Flate Paulsen: Transparency in Online Education. Eastern New Mexico University.

"Transparency entails that people can see information about each other. Transparency entails That Can people see information about each other. It is however difficult to decide how much information they should be allowed to see. However It Is Difficult to decide how much information They Should Be Allowed to see. Transparency is also an important driver for improved quality. Also Transparency is an important driver for improved quality. As shown in the first cartoon, transparency has the following three positive effects on quality: The first shown in the cartoon, Transparency Has The Following three positive effects on quality:

* Preventive quality improvement, because we are prone to provide better quality when we know that others have access to our work Preventive quality improvement, because we are prone to Provide Better Quality When We Know That Have others access to our work
* Constructive quality improvement, because we may learn from others when we have access to their work Constructive quality improvement, because May we learn from others When We Have Access to Their work
* Reactive quality improvement, because we may receive feedback from others when they have access to our work Reactive quality improvement, because May we receive feedback from others When They Have Access to our work

Transparency could reduce the amount of low quality contributions and make high quality work more accessible as paragons for others. Transparency Could Reduce the Amount of Contributions low quality and high quality make the work more accessible for others paragons. In transparent online learning environments, poor teachers and course designers cannot easily hide their work behind closed doors. Transparent in online learning environments, poor teachers and course designers can not Easily hide Their work behind closed doors".

6. Morten,Paulsen.(2008).Cartoon about Transparency in online education.

7. Michael F. Shaughnessy, Senior Columnist, EdNews.org, An Interview with Morten Flate Paulsen: Transparency in Online Education

The interview shows us two kinds of transparency: transparency teacher and the student and his relavância in cooperative learning, still pictures, the tools that show the transparency, like the blog, and highlights the role of importat feedback forum where actions are transparent and seen by everyone and generates an indirect or passive communication and sharing, but is limited because only their peers and teachers can see it.

8. Morten Flate Paulsen Facing twelve hundred students online, Norwegian Information Technology College, mfp@nki.no, www.nki.no / pp / MFP

The article shows the freedom of cooperation and transparency, and also lists NKI and its model of learning and even conceptualize what is transparency and improves our understanding of the topic.

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(Versão em Português)

1. Dalsgaard,Christian.(2009).Transparency between Students

O artigo apresenta os resultados de um estudo de caso que explora as potencialidades dos blogues e bookmarking social de apoio à transparência de um curso universitário. No curso, os grupos de alunos utilizaram weblogs e social bookmarking em seu trabalho. O objetivo do processo era capacitar os alunos, fornecendo-lhes ferramentas que seriam visíveis para os outros alunos do curso, assim, fazendo as ideias dos alunos, os pensamentos e as questões visíveis para os outros alunos do curso. O documento conclui que o uso de mídia digital para a transparência pode apoiar a capacitação de estudantes e de inspiração entre os estudantes de um curso, mas que o desafio é criar um equilíbrio entre os instrumentos pessoais e ferramentas para trabalho em grupo colaborativo que também são adequados para a transparência entre os alunos.

2. Dalsgaard, C.(2008). Social networking sites: Transparency in online

O artigo discute a questão: Quais são os potenciais pedagógicos dos sites de redes sociais?
Considerando que a colaboração e conteúdo gerado pelo usuário são frequentemente apontados como principais potencialidades das tecnologias Web 2.0, o documento afirma que uma característica central de sites de redes sociais como Facebook, Myspace, Bebo e Ning é uma combinação de personalização e de socialização. Esta combinação tem o potencial de facilitar a transparência entre os alunos. Transparência nos dá uma visão alunos em trabalho um do outro. Sites de redes sociais não necessariamente envolvem a comunicação, o diálogo ou colaboração. Em vez disso, o artigo argumenta que a transparência é uma característica dominante. Um aspecto interessante de interação social em sites de redes sociais é que o ponto de partida é o individual ou pessoal. Isto está em oposição a fóruns de discussão, na qual a comunicação acontece sempre em um fórum comum. Em um social
site de relacionamento que cada indivíduo tem uma página pessoal e perfil, que o indivíduo desenvolve e modifica.
O documento irá discutir como rede social pode ser utilizado na educação de estudantes universitários a partilha de informação e recursos que são originalmente desenvolvido para si, mas disponível para outras pessoas - por exemplo, bookmarks, referências, links e notas. Em conclusão, o documento defende que o potencial pedagógico das redes sociais está dentro de transparência ea capacidade de criar
conscientização entre os alunos - possivelmente entre instituições e nações.

3. Dalsgaard, C., Paulsen, M.F.(2009).Transparency in Cooperative Online Education
International Review of Research in Open and Distance Learning, vol. 10 no.3

O objetivo deste artigo é discutir a seguinte questão: Qual é o potencial das redes sociais no ensino cooperativo online? As redes sociais não necessariamente envolvem a comunicação, o diálogo ou colaboração. Em vez disso, os autores argumentam que a transparência é uma característica única de serviços de rede social. Transparência nos dá uma visão alunos em cada outras ações. aprendizagem cooperativa visa desenvolver ambientes virtuais de aprendizagem que permitem que os alunos têm liberdade individual ideal dentro comunidades de aprendizagem online. Este artigo demonstra como a aprendizagem cooperativa pode ser suportado pela transparência. Para ilustrar isso com exemplos atuais, o artigo apresenta pesquisas NKI Educação a Distância e as experiências com a aprendizagem cooperativa. O artigo discute por que os meios de rede social e de transparência podem ser utilizados na educação online cooperativo. Em conclusão, o artigo argumenta que o potencial pedagógico das redes sociais está dentro de transparência ea capacidade de criar a consciência entre os estudantes.

4. Siemens,George.(2009.Connectivism networked and social learning. Teaching as transparent learning

"Quando alguém decide compartilhar seus pensamentos e idéias de forma transparente, tornam-se um professor para aqueles que estão observando. Tecnologias sociais - tais como Twitter, blogs, Facebook - abre as portas para partilhar o processo de aprendizagem, não só a final produto. "

"Meu argumento é este: quando fazemos o nosso aprendizado transparentes, nós nos tornamos professores".

5. Shaughnessy, Michael F. (2009). An Interview with Morten Flate Paulsen: Transparency in Online Education. Eastern New Mexico University.

"A transparência implica que as pessoas possam ver as informações sobre os outros. Transparência implica que as pessoas podem ver informações sobre os outros. No entanto, é difícil decidir a quantidade de informações que devem ser autorizados a ver. No entanto, é difícil decidir o quanto informações que devem ser autorizados a ver. transparência é também um importante factor de melhoria da qualidade. também a transparência é um factor importante para a melhoria da qualidade. Conforme mostrado no primeiro desenho, a transparência tem os seguintes três efeitos positivos sobre a qualidade: A primeira mostra o desenho, a Transparência tem os seguintes três efeitos positivos sobre a qualidade:

* Melhoria da qualidade de prevenção, porque nós estamos propensos a proporcionar uma melhor qualidade quando sabemos que outras pessoas tenham acesso ao nosso trabalho de melhoria da qualidade de prevenção, porque nós estamos propensos a fornecer a melhor qualidade quando sabemos que outros têm acesso ao nosso trabalho
* Melhoria da qualidade construtiva, pois podemos aprender com os outros quando temos acesso ao seu trabalho de melhoria da qualidade construtiva, uma vez que possamos aprender com os outros quando temos acesso ao seu trabalho
* Melhoria da qualidade reativa, pois pode receber feedback de outras pessoas quando elas têm acesso ao nosso trabalho de melhoria da qualidade reativa, porque possamos receber feedback de outras pessoas quando têm acesso ao nosso trabalho

Transparência pode reduzir o montante das contribuições de baixa qualidade e tornar o trabalho mais acessível de alta qualidade como paradigmas para os outros. Transparência pode reduzir o montante das contribuições de baixa qualidade e de alta qualidade tornam o trabalho mais acessível a outros paradigmas. Em ambientes de aprendizagem online transparente, professores pobres e designers claro que não pode se esconder facilmente o seu trabalho a portas fechadas. Transparente em ambientes de aprendizagem online, os professores pobres e designers curso não pode se esconder facilmente seu trabalho a portas fechadas".

6. Morten,Paulsen.(2008).Cartoon about Transparency in online education.

7. Michael F. Shaughnessy, Senior Columnist, EdNews.org, An Interview with Morten Flate Paulsen: Transparency in Online Education

A entrevista mostra-nos dois tipos de transparência: transparência professor e do aluno e sua relavância na aprendizagem cooperativa, ainda fotos, as ferramentas que mostram a transparência, como o blog, e destaca o papel do fórum feedback importat onde as ações são transparentes e visto por todo mundo e gera uma comunicação indireta ou passiva e de partilha, mas é limitada porque apenas os seus colegas e professores pode vê-lo.

8. Morten Flate Paulsen Facing twelve hundred students online, Norwegian Information Technology College, mfp@nki.no, www.nki.no / pp / MFP

O artigo mostra a liberdade de cooperação e de transparência, e também listas NKI e seu modelo de aprendizagem e até mesmo conceituar o que é a transparência e melhora a nossa compreensão do tema.
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